quarta-feira, abril 15, 2026
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Empregados da Sanepar instalam ecobarreira em canal de Matinhos para conter lixo

Moradores e turistas que passaram logo cedo nesta terça-feira (16) pelas margens do canal de escoamento das águas pluviais na Avenida Paraná, a 150 metros da praia de Caiobá (Matinhos), pararam para tentar descobrir o que era a estrutura metálica que estava sendo instalada dentro do canal por dois trabalhadores da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

Trata-se de uma barreira ecológica, construída para conter lixo flutuante lançado nos rios interligados ao canal, responsável por enviar as águas das chuvas para o mar. A instalação foi projetada e construída em Campo Mourão pelos empregados da Sanepar na cidade, Alexsandro da Silva e Plínio da Silva Garcia.

Esta é a segunda ecobarreira que a dupla finaliza. A estrutura, além de melhorar a qualidade das águas lançadas ao mar, visa promover a consciência ambiental dos veranistas.

A primeira ecobarreira está no Rio do Campo, um dos principais mananciais de abastecimento de Campo Mourão, inspirada na Ecobarreira do Rio Atuba, instalada pelo ativista ambiental Diego Saldanha, que já conteve cerca de 20 toneladas de resíduos.

Com a repercussão da barreira no Centro-Oeste do Paraná, a diretoria da Sanepar convidou os dois para um novo desafio: uma estrutura maior, no Litoral, para mostrar aos veranistas o volume de material que é lançado indevidamente nos rios, que se acumula no canal e pode obstruir a passagem das águas, causando enchentes.

“Quem ganha com tudo isso é a natureza e a população. Vão ver que esse lixo foi parar ali porque alguém jogou. É uma ação de conscientização, para não precisarmos fazer uma ecobarreira em cada rio”, afirmou Garcia.

Silva e Garcia aceitaram o desafio e, na última semana, se dedicaram à construção da nova barreira ecológica. O resultado é uma peça que pesa cerca de meia tonelada e tem 6,8 metros de extensão, que foi presa a cabos de aço nas laterais do canal e agora entra em fase de testes.

O laboratorista Silva explicou que a criação da ecobarreira litorânea levou em conta que, no local, o curso da água é duplo: vai do continente em direção ao mar, mas conforme a mudança das marés, há o refluxo, que faz com que as águas marítimas elevem o nível do canal.

“Por isso, ancoramos a barreira nos dois sentidos, tanto no sentido para o oceano quanto o contrário”, explicou. Ele foi o dono da ideia do projeto; enquanto a produção ficou a cargo do colega Garcia, que tem experiência como soldador.

Nos próximos dias, a dupla vai acompanhar o funcionamento da ecobarreira, para possíveis ajustes e para estimar em que frequência será necessário fazer a coleta do entulho preso na estrutura.

Silva e Garcia aceitaram o desafio e, na última semana, se dedicaram à construção da nova barreira ecológica. O resultado é uma peça que pesa cerca de meia tonelada e tem 6,8 metros de extensão, que foi presa a cabos de aço nas laterais do canal e agora entra em fase de testes.

O laboratorista Silva explicou que a criação da ecobarreira litorânea levou em conta que, no local, o curso da água é duplo: vai do continente em direção ao mar, mas conforme a mudança das marés, há o refluxo, que faz com que as águas marítimas elevem o nível do canal.

“Por isso, ancoramos a barreira nos dois sentidos, tanto no sentido para o oceano quanto o contrário”, explicou. Ele foi o dono da ideia do projeto; enquanto a produção ficou a cargo do colega Garcia, que tem experiência como soldador.

Nos próximos dias, a dupla vai acompanhar o funcionamento da ecobarreira, para possíveis ajustes e para estimar em que frequência será necessário fazer a coleta do entulho preso na estrutura.

Fonte AEN

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