Vacinação contra a Covid-19 no Paraná deve acontecer na metade do 1.º semestre de 2021.

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou nesta sexta-feira que o Paraná está preparado para a campanha de vacinação contra o novo coronavírus assim que as vacinas forem aprovadas pelos órgãos reguladores.
Ele também disse que a imunização vai respeitar o calendário nacional, que o Estado continua conversando com laboratórios e que tem 200 milhões de reais disponíveis para eventual aquisição, se necessário. Ratinho Junior ressaltou que o Estado pretende oferecer a vacina a toda a população. Ele também frisou que o Paraná está trabalhando com base em orientações técnicas e científicas desde o início da pandemia e que o mesmo se dará em relação à vacinação.
O Estado adquiriu 11 milhões de seringas e a abriu registro de preço para aquisição de mais 16 milhões de unidades; contratou mais de 200 câmaras frias e quatro contêineres de 40 pés para armazenamento. Além disso há uma licitação de 22 milhões de reais para comprar mais Equipamentos de Proteção Individual.
O governador também ressaltou que o Instituto de Tecnologia do Paraná, Tecpar, se colocou à disposição de diversos laboratórios de todo o mundo para a transferência de tecnologia e que, existindo garantias de eficiência e segurança de imunização, o Governo do Estado poderá ativar um processo de compra. Ele citou que o acordo com o Instituto Gamaleya, na Rússia, ainda está em vigor e que depende de documentação para ativar o protocolo de fase 3 na Anvisa.
O Estado também realizou uma reunião em outubro com a Pfizer e vem conversando com outros laboratórios que desenvolvem vacinas, como a Oxford e a Coronavac.
O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, afirmou que o Paraná trabalha em parceria com o governo federal e com os municípios diariamente. Ele citou que todas as 399 cidades terão acesso ao imunizante e precisam estar preparadas para o momento da vacinação.
Beto Preto falou que o calendário de imunização vai respeitar o cronograma nacional e deverá priorizar os trabalhadores de saúde, idosos e grupos de risco, mas não descartou a possibilidade de ações mais ostensivas em áreas de muita circulação e para outros grupos.
Com informações da AEN

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