Governo do Paraná desmente lockdown para todo o Estado

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Em nota oficial à imprensa, o governo do Paraná negou o lockdown em todo o Estado, mas confirma que medidas devem ser anunciadas nesta terça-feira (30). O governo afirma que as medidas estão sendo discutidas em diversas instâncias do Executivo e serão apresentadas aos demais poderes do Estado.

Confira a nota na íntegra:

“O Governo do Paraná informa que está elaborando uma série de medidas para conter o avanço da Covid-19. As medidas estão sendo discutidas em diversas instâncias do Executivo e serão apresentadas aos demais poderes do Estado. A previsão é de que haja ampla divulgação das decisões nesta terça-feira (30). O Governo do Estado antecipa que, diferente do que foi noticiado, não se trata de impor um ‘lockdown’ em todo o Paraná.”

 ‘Lockdown pontual’Após a repercussão da petição protocolada nesta segunda-feira (29) pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) pedindo a invalidação dos decretos que autorizaram o funcionamento das atividades comerciais não essenciais durante o período de emergência por conta da pandemia da covid-19 o governo do Paraná deve anunciar novas medidas de restrição para as regiões do estado que estão mais afetadas e com avanço da pandemia nesta terça (30).

De acordo com o site Bem Paraná, o governo estuda fazer um ‘lockdown pontual’, afetando as macrorregiões Leste e Oeste do Estado, que englobam Curitiba e Região, Campos Gerais e a Região Oeste do Paraná são as regiões provavelmente afetadas pelo lockdown. As duas macrorregiões são as que registram os maiores índices de ocupação de leitos de UTI e enfermarias tanto nos leitos exclusivos para covid-19, quanto nos leitos gerais para o SUS.

O juiz substituto da 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, Eduardo Lourenço Bana, concedeu três dias de prazo para o governo do Paraná se manifestar sobre a petição protocolada nesta segunda-feira (29) pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) pedindo a invalidação dos decretos que autorizaram o funcionamento das atividades comerciais não essenciais durante o período de emergência por conta da pandemia do novo coronavírus.

Na ação, os promotores alegam que a situação piorou muito no Estado a partir da entrada em vigor de novas resoluções em 5 e 21 de maio, que “relaxaram” as medidas de isolamento social.

Fonte  TN ON LINE

 

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