Profissionais da Assistência Social recebem kit para trabalhar de forma lúdica com crianças e adolescentes

0
220

Please enter banners and links.

A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) vem realizando capacitações relacionadas as Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Aepeti) que correspondem a uma série de iniciativas criada em 2013 como parte de um processo de redesenho do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).

A secretária municipal de Assistência Social, Gisele Cristina da Silva explica que em 2016 recursos pelo Governo Federal foram disponibilizados para a pasta, mas ainda não haviam sido utilizados. Com o início da gestão atual, a Secretaria começou a aplicar a verba no programa Aepeti como também ocorreu com outros recursos de vários programas que estão em funcionamento atualmente.

Foi realizada a contratação do Instituto “Um Lugar Seguro” que conta com experiência em capacitações sobre a erradicação do trabalho infantil e exploração sexual infantil. “Os trabalhos iniciaram com capacitações de profissionais da Saúde e da Educação que são pessoas que tem ligação diária com crianças e adolescentes em decorrência de suas funções”, comenta Gisele cristina da Silva.

Após as capacitações, na manhã desta quinta-feira, 19, foram entregues aos profissionais da Assistência Social que atuam nos Cras, Creas e outros equipamentos, kits para trabalhar com crianças e adolescentes. “A contratação inclui também a entrega desses kits que contém livros, fantoches e jogos que facilitam esse trabalho com as crianças e adolescentes. É mais tranquilo conhecer a situação por meio de brincadeiras e forma lúdica do que fazer essa criança revivenciar o abuso”, analisa Gisele Silva.

“A Assistência trabalha em parceria com a Educação e com a Saúde e nossa ideia é utilizar esse material com todas as crianças que fazem uso da Política de Assistência Social no município”, acrescenta a coordenadora da Vigilância Socioassistencial da Secretaria Municipal de Assistência Social, Jucelma de Lima Silva.

Ela observa que apenas os profissionais da Semas receberam essa ferramenta porque somente assistentes sociais e psicólogos podem aplicar esses jogos. “Justamente porque trabalharão com a demanda da violência, do abuso, de circunstâncias que aquela criança pode estar passando. De forma lúdica, elas crianças poderão expressar o que estão vivenciando”, detalha.

Jucelma de Lima Silva avalia a oportunidade das capacitações e de contar com o kit como um progresso para o programa e para as famílias. “Vejo essa oportunidade como um presente. Este é um trabalho muito importante para nossas crianças e adolescentes, pois estamos intensificando os trabalhos da rede de proteção e contar com essas parcerias, com o programa e com o instituto, é fundamental para alcançarmos resultados positivos e desenvolvermos um trabalho mais efetivo junto com elas”, salienta.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here