No Dia da Escola, alunos fazem manifestação pela paz

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A orientadora e pedagoga, Flávia Lima, desenvolveu atividades com os alunos do 5o ano, com professores, diretores e demais funcionários da Escola Municipal Nascimento Júnior com o tema “O amor e o respeito no combate ao bullyng”.

Uma manifestação pela paz foi feita com bexigas brancas e faixas na frente da escola. A manifestação foi feita, também, em homenagem às vítimas da tragédia que ocorreu numa escola da cidade de Suzano, em São Paulo e que chocou o Brasil.

A tragédia provocou ações em diferentes escolas municipais que usaram suas redes sociais em solidariedade aos alunos que viveram um ato de violência extremo nesta semana.

“Hoje trabalhamos todos os tipos de violência e sentimos a necessidade de falar sobre isso e chegamos à conclusão de que o amor é o melhor abrigo”, destacou a pedagoga Flávia Lima, da Escola Nascimento Júnior, que mostrou três vídeos para as crianças em sala de aula. Um deles mostrou todo o drama vivido pelos alunos em Suzano, outro de reflexão e outro, um desenho que mostra a amizade, carinho e amor entre uma menina e um garoto com paralisia, mostrando a inclusão e o acolhimento.

O vídeo do desenho consta da página da escola na rede social Facebook e pode ser compartilhado. As professoras falaram sobre a situação e as crianças puderam falar sobre atitude de bullyng e alguns admitiram que, sem saber, já tinham praticado algum ato.

Ao final da conversa foi dado um minuto de silêncio que serviu para reflexão. Ao final da manifestação na frente da escola, os alunos gritavam “Não À violência!” como uma afirmação necessária para todos os dias.

Outras escolas municipais usaram as redes sociais para postagens que incentivam o respeito acima de tudo e de solidariedade às vítimas de Suzano.

Para psicóloga do Centro Municipal de Avaliação Especializado (Cmae), Caroline Chiarelli Colle, é muito importante que as escolas façam rodas de conversa para falar sobre bullyng, empatia, sobre amizade, sobre depressão, até sobre transtornos como autismo e hiperatividade porque isso cria empatia quanto às crianças que têm essas características”, destacou a profissional.

De acordo com Caroline, as rodas de conversa, ajudam porque é onde muitas crianças têm a oportunidade de falar sobre os problemas e de ouvir e aprender mais sobre determinada situação e refletir sobre os temas e até buscar alternativas para solucionar estes mesmos problemas.

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