Preso suspeitos de explodir banco em Guaraqueçaba

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Célio Afonso da Silva, conhecido como “Coelho”, de 42 anos, foi preso em São José dos Pinhais, na segunda-feira (26) e apresentado pela polícia nesta terça-feira (27). Ele é suspeito de articular e participar de assaltos a bancos e carros-fortes no Paraná. A notícia é da RPC e do site G1.

Segundo a polícia, o homem faz parte de uma facção criminosa que atua dentro e fora de presídios. Outros três suspeitos de participação na quadrilha também foram presos, durante as investigações.

O articulador, conforme a polícia, participou da tentativa de assalto a carros-fortes que deixou mortos e feridos, na BR-376, no município de Palmeira, em fevereiro.

Segundo o delegado do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), Rodrigo Brown, a polícia chegou ao suspeito depois que ele perdeu um aparelho celular em uma abordagem da polícia em Guaraqueçaba, quando ele participou da explosão de caixas eletrônicos do Banco Itaú, no início do ano. A esposa do suspeito também foi presa na ocasião.

Com ela, segundo a polícia, foi apreendido outro aparelho celular, com imagens do suspeito. Em um vídeo encontrado no aparelho, o homem manuseia um fuzil que foi usado na tentativa de assalto aos carros-fortes.

Desde 2007, Coelho já foi preso quatro vezes, uma das últimas pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) da Polícia Civil, pelo sequestro do gerente de um banco, em Matinhos, porém estava foragido desde que foi arrebatado da Penitenciária Estadual de Piraquara (Pep), em janeiro de 2017.

Outros crimes

A polícia informou que, neste ano, o homem participou de explosões a bancos em Palmeira e em Pitanga, nos Campos Gerais do Paraná, no mês de março.

O suspeito também foi reconhecido, de acordo com a polícia, por ter participado de um assalto a banco em Balsa Nova, na Região de Curitiba, em 2017. No crime, funcionários da agência foram feitos reféns.

Conforme o delegado, o suspeito possui mais de 30 processos por tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídio, roubo, organização criminosa, porte ilegal de arma de fogo e uso de documento falsos. “Ele foi resgatado da Penitenciária de Piraquara ano passado, quando explodiram o muro e fizeram o resgate dos líderes de uma facção criminosa”, afirmou.

O delegado informou ainda que havia dois mandados de prisão em aberto contra o homem e condenação equivalente a 34 anos de prisão. “De lá para cá, ele começou a atuar fortemente neste tipo de crime, nas explosões de carro-forte, caixa-eletrônico e investia dinheiro no tráfico de drogas”, acrescentou. A Polícia Civil informou que trabalha para tentar identificar outros integrantes da quadrilha, além da participação do homem preso em outros crimes.

Fontes: RPC e G1

 

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