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Litoral deve receber quase 3 milhões de veículos na temporada de verão 2014/2015

Está aberta a temporada de verão. Diferente de 2013, ela começa mais cedo neste ano: 19 de dezembro até o dia 22 de fevereiro de 2015, após o feriado de Carnaval. Nesse período, a concessionária Ecovia espera a passagem de dois milhões e novecentos mil veículos na BR-277 e rodovias de acesso ao litoral PR-508 (Matinhos) e PR-407 (Praia de Leste).

O movimento já começa  na sexta-feira (19), com previsão de até 1,4 mil veículos por hora no sentido Paranaguá. Já no sábado (20), quase 20 mil devem seguir em direção ao Litoral, deixando o fluxo intenso no período da manhã. Na semana que antecede as festas do Ano Novo, entre os dias 29 de dezembro e 04 de janeiro, o tráfego deve ser de 317 mil veículos nos dois sentidos da BR-277, sendo que a maior movimentação está prevista para o dia 31, com a circulação de 37 mil veículos.

Para o retorno à Curitiba, no dia 04 de janeiro, a concessionária prevê fluxo intenso durante todo o dia, com maior concentração de carros no sentido capital após o meio-dia. Por conta do alto fluxo de veículos será realizada a Operação Mão Única, na PR-407, em parceria com o DER/PR, a Polícia Rodoviária Federal e Rodoviária Estadual. A operação será realizada entre 14h30 e 19h, do dia 04 de dezembro, com tráfego em sentido único dos balneários para a BR-277 para dar maior fluidez.

Obras

Para garantir ainda mais fluidez aos usuários, durante a temporada não serão realizadas obras com interferências no tráfego, no trecho entre Curitiba e o litoral paranaense, exceto em situações emergenciais. Na PR-407, rodovia que está com projeto de duplicação, as obras acontecerão nas marginais da pista, porém com um volume extremamente reduzido de veículos nos locais.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Concessionária Ecovia

 

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Marquinhos Roque se destacou por ser um Presidente que atuou, dentre outras vertentes, em prol da redução de gastos públicos Em entrevista ao Jornal Folha do Litoral News, Marquinhos fez um balanço de sua gestão:

Eleito Presidente da Câmara Municipal de Paranaguá quando iniciava seu segundo mandato como vereador daquela Casa, Marcus Antônio Elias Roque impôs sua dinâmica pessoal na Casa e a deixará marcada pela redução dos gastos públicos e pela modernização tanto estrutural quanto organizacional.

 Folha: A última notícia que se tem sobre a sua gestão é o recente balanço que inclui corte nos gastos com cargos comissionados, diárias, combustível, manutenção de veículos, telefone e água. Como isso foi possível?

Marquinhos Roque: Mesmo com o aumento dos vereadores de 11 para 17, conseguiu-se diminuir as despesas reduzindo o número de cargos comissionados de 103 para 40, ou seja, menos da metade. Em números significa uma redução de R$ 2.237.888,03, em 2012, para R$ 1.044.996,19, em 2014. No ano de 2011, o gasto anual com Diárias foi de R$ 59.650,00 enquanto a gestão atual fechará o ano de 2014 com o valor aproximado de R$ 3.032,67. Combustível e manutenção de veículos também estão na lista, tanto um, quanto o outro são reflexos do uso correto e responsável dos veículos. O carro somente deixa o prédio acompanhado do motorista e com a assinatura de um termo de responsabilidade, com origem, destino e quilometragem prevista para uso, evitando assim os problemas que a Casa teve nos anos de 2011 e 2012. Já no que se refere às manutenções de veículos, as realizadas nos anos de 2011 e 2012 somam R$ 113.448,54, enquanto a gestão atual, contabilizou a soma de R$ 16.039,31, ou seja, economizamos cerca de 86%.

Folha: Qual foi sua principal bandeira ao assumir a presidência?

Marquinhos Roque: Duas questões foram tratadas com muita importância nesses dois anos. A modernização da Casa, com instalação de novos sistemas e softwares que agilizaram e deram mais transparência aos processos, além de eliminar uma quantidade significativa de papel, já que tudo é feito online. Outra preocupação foi promover a elaboração da nova Estrutura Organizacional e do novo Plano de Cargos e Salários do Legislativo Municipal. Acabaram-se os desvios de função, as funções gratificadas foram redistribuídas, bem como foram autorizados os pagamentos das gratificações por habilitação acima do exigido a todos os servidores que fizeram jus.

Folha: O Sr. Foi muito elogiado por estreitar a relação entre o poder legislativo e a comunidade. Como isso foi possível?

Marquinhos Roque: Através do resgate da Câmara mirim, da criação do projeto Escola Vai à Câmara, da reativação do Espaço Carijó com exposições de artistas locais, além das sessões itinerantes, que passou por Ilhas e comunidades. São ações simples, que ajudam a despertar na população e principalmente nos jovens o interesse de acompanhar e fiscalizar o trabalho de seus representantes.

Folha: O Sr. é candidato a reeleição?

Marquinhos Roque: Qualquer pessoa pode ser votada, mas ser Presidente requer dedicação total. Em dois anos evoluímos o equivalente a oito anos, acredito que posso passar esse desafio para o próximo Presidente e voltar para a bancada, para os debates. Durante esses dois anos, escolhi a postura de mediador para o melhor funcionamento das sessões.

Folha: Quais serão os desafios encontrados pelo próximo presidente?

Marquinhos Roque: O próximo presidente encontrará um ambiente organizado, moderno e com aproximadamente R$ 2.500,000.00, em caixa, economizados durante a minha gestão para realização de obras de reforma e ampliação do prédio. O único desafio é saber administrar.

Folha: Qual a sua relação com o atual prefeito?

Marquinhos Roque: Nunca tivemos problema algum, viemos de uma campanha com os mesmos ideais, tirar Paranaguá do abandono em que se encontrava. Bairros abandonados, postos de saúde sem médicos, servidores desmotivados, mas com esperança de dias melhores com a eleição de Mário Roque.

Infelizmente com o falecimento do prefeito Mário Roque as coisas tomaram outro rumo, o modo de administrar é outro, mudam-se as pessoas e os interesses, é natural. O que não se pode mudar é o compromisso assumido com a população. Todos já tiveram tempo de se adaptar para administrar, agora não têm mais desculpas.

Quando vou aos bairros sou cobrado pelos compromissos assumidos durante as nossas caminhadas. Mário Roque ficou conhecido por ser uma pessoa de palavra, que falava e fazia, não enrolava, tinha pulso e não era frouxo. Disse que faria o asfalto primeiro nos bairros, acabaria com a história de asfalto em cima de asfalto bom. Que a ponte dos Valadares seria reformada e ampliada que não ia esperar a boa vontade dos governos, que faria com recursos próprios. É nisso que eu acredito e é por isso que vou continuar lutando.

Folha: Então podemos esperar uma postura de oposição, como na gestão anterior?

Marquinhos Roque: Oposição é uma palavra muito taxativa, prefiro ser independente, alguém tem que apontar os erros para que sejam corrigidos e dar apoio para as ações que venham beneficiar a população.

Folha: Quais são suas considerações finais?

Marquinhos Roque: Eu gostaria de agradecer a muita gente, mas vamos pela ordem. Primeiramente a Deus pelo caminho tranquilo e pela paz que me proporciona na vida política, à minha família e ao meu pai que mesmo depois de partir continua me ensinando muita coisa, uma delas é o sentido da palavra gratidão, a maior virtude de um homem.

Aos meus amigos, aos servidores da Câmara, à equipe de trabalho e a minha chefe de Gabinete Marcela Paula, minha linha de frente, jovem, mas competente.  A todos que contribuíram para o sucesso desses dois anos o meu muito obrigado.

E por último e não menos especial a todos aqueles que continuam acreditando no nosso sonho de uma Paranaguá cada vez melhor. O caminho às vezes surpreende, mas não vamos desistir.

 

Fonte: Folha do Litoral News

 

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Skatista perde a vida na estrada da Graciosa

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Ninguém está proibido de entrar com sacolas em ônibus, declara o diretor da Viação Rocio

Diante das reclamações que começaram a acontecer, o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá (Aciap), Arquimedes Anastacio, entrou em contato com o diretor da Viação Rocio, Ângelo Gulin,para saber se alguma orientação desse tipo havia sido passada aos motoristas.

O diretor Ângelo Gulin confirmou que ninguém está proibido de entrar com sacolas nos ônibus e que nenhuma situação como essa foi reportada a direção da Viação Rocio.

Se alguém souber de algo assim, deve avisar o número do ônibus, pois o motorista será chamado a atenção, pois nenhuma proibição foi imposta nos veículos da empresa.

Especialmente, neste período de Natal, as pessoas frequentam o centro da cidade e ao retornar aos bairros, estão com sacolas com as compras. Em função desta situação, foi que o presidente da Aciap decidiu verificar se tratava-se de uma informação verídica.

Na minha opinião, o que não pode acontecer é de alguém entrar com  algo do tamanho que prejudique outro usuário do transporte coletivo.

A pessoa pode estar portando qualquer sacola, avisa a empresa!

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“Excesso de bagagem”: Viação Rocio barra usuários com sacolas.

Usuários do transporte coletivo de Paranaguá estão sendo proibidos de embarcar portando sacolas e volumes considerados “excesso de bagagem” pela fiscalização da Viação Rocio, empresa que atua na cidade há mais de cinco décadas.

A proibição causou revolta entre os passageiros, principalmente neste período de aumento de vendas no comércio. A usuária Aglair Freitas, moradora do Jardim Esperança, comentou em rede social que foi barrada pelo fiscal e pelo motorista da empresa no terminal rodoviário por carregar três sacolas de compras. Aglair informou que também presenciou uma outra senhora ser impedida de embarcar por estar com sacola contendo um edredom. A professora Janete Scremin testemunhou fato semelhante envolvendo uma “senhora humilde com suas sacolinhas de compras”. Segundo Janete, a justificativa do fiscal foi de a “empresa ter baixado uma resolução proibindo o excesso de bagagem”.

A situação constrangedora foi denunciada na Câmara Municipal através do vereador Adalberto Araújo (PSB), que pediu providências da prefeitura e da própria Viação Rocio para que esses abusos não se repitam. O vereador, que também é advogado, recomendou que os passageiros constrangidos formalizem suas reclamações perante a Ouvidoria do Município, PROCON e Juizados Especiais Cível e Criminal.

“Paga-se uma das tarifas mais caras do planeta, e a população ainda é submetida a esse tipo de constrangimento; onde está a fiscalização da prefeitura para coibir esses abusos?”, comentou na tribuna o vereador Adalberto.

Fonte: Departamento de Jornalismo da Rádio Terra Nativa.

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Moradores com IPTU atrasado não recebem correspondência em Paranaguá

O  Portal  da  rede  Band News publlicou  nesta  semana  uma  matéria  fazendo  graves  acusações  ao  governo  municipal

Segundo  a  reportagem , moradores de Paranaguá que estão com o IPTU atrasado tiveram as correspondências bloqueadas há pelo menos 40 dias pela prefeitura da cidade. Depois da mudança de alguns nomes de ruas e numeração das casas, as pessoas tiveram que comparecer à prefeitura para regularizar a situação. Segundo o motorista Joel Preto, morador de Paranaguá, as correspondências são recolhidas na Central de Entregas dos Correios e os moradores com IPTU atrasado são obrigados a enfrentar filas.

Por meio de nota, a prefeitura de Paranaguá  nega que seja uma retaliação aos inadimplentes. A nota informa que realiza a atualização dos números das residências de alguns bairros, que vai ser coordenada pelos Correios. Se os problemas persistirem, o morador deve comparecer à Secretaria de Urbanismo que fica na sede da Prefeitura para verificar a situação. Segundo a prefeitura, as casas que passarem pela atualização devem receber uma carta dos Correios informando a nova numeração.

FONTE:BAND NEWS

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Cattalini doou mais de meio milhão aos candidatos na eleição de outubro

Na última semana, o JB fez um levantamento dos repasses financeiros, feitos em forma de doação,por empresas de Paranaguá aos principais candidatos a governador do Paraná e aos principais candidatos a deputado federal e estadual de Paranaguá.

As informações são divulgadas no próprio site da Justiça Eleitoral e demonstram uma participação ativa do setor privado no contexto eleitoral. Em alguns casos, mesmo inelegível, houve candidato que recebeu quantia considerável de recursos para sua campanha.

O levantamento focou apenas as empresas locais, não levando em consideração pessoas físicas e repasses de fonte partidária.

O candidato reeleito, Beto Richa (PSDB), recebeu diversas contribuições de empresas para sua campanha, entre elas, a Cattalini Terminais Marítimos, que repassou um total de R$ 200 mil ao candidato. O senador Roberto Requião (PMDB), também recebeu recursos da Cattalini, num total de R$150 mil e também R$ 500 mil da OAS Construtora, repasse encaminhado pelo gabinete do vice-presidente, Michel Temer (PMDB). A Cattalini repassou ainda para a candidata Gleisi Hoffmann (PT), R$ 100 mil, valor inferior ao doado para Richa e Requião. Ao todo, a empresa investiu R$ 450 mil somente na eleição majoritária ao Governo do Estado.

Doação aos candidatos a deputado federal e estadual

No que diz respeito às doações aos principais candidatos a Assembleia Legislativa e Câmara Federal do litoral, o JB constatou que a Cattalini também investiu em campanha proporcional. Na busca de uma cadeira na Câmara Federal, o vereador Eduardo Francisco Costa de Oliveira, o Edu (PSDB), recebeu doações de R$25 mil da Cattalini, sendo que no total de doações consta um valor de mais de R$70 mil. Marcelo Roque (PV), recebeu R$5 mil da Cattalini,de um total geral de doações de mais de R$99 mil.O ex-prefeito, que teve seus votos impugnados, José Baka Filho (PDT), recebeu doações no valor total de cerca de R$318 mil, sendo o que mais gastou na busca de uma vaga na Câmara Federal. Entre os doadores constam o supermercados Condor (R$15 mil), Cotrans Locação de Veículos (R$26.588), entre outros doadores, pessoa física e o próprio partido.

Na corrida pela vaga na Assembleia Legislativa,André Pioli (PT) recebeu em doações mais de R$144 mil, entre elas, da Cattalini(R$5 mil). O vereador Marcus Antonio Elias Roque (PMDB), também recebeu doações da Cattalini no valor de R$5 mil e um total de R$117 mil. O vereador Márcio Costa (PRP), recebeu em doações um valor total de mais de R$58 mil, entre elas R$10 mil da Cattalini. O vereador Waldir Leite (PSC), recebeu, entre as doações de empresas, R$20 mil da Cattalini, R$2 mil da Delta Fertilizantes, R$20 mil da Heringer Fertilizantes e R$5 mil da KSW Construtora, no total de doações o valor chegou a mais de R$129 mil.

A Cattalini que, doou R$ 450 mil para os candidatos ao governo e cerca de R$ 70 mil aos candidatos locais da eleição proporcional, totalizando R$ 520 mil, não fez contribuições para o candidato a deputado federal José Baka Filho. Além do terminal privado, entre as outras empresas do litoral que doaram consta o Condor, Heringer, Delta Fertilizantes, Cotrans Locação de Veículos, empresa que presta serviço para prefeitura de Paranaguá desde a gestão anterior e a KSW Construtora.

 

Fonte: Jornal dos Bairros Paranaguá, Morretes e Antonina
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“Administração do ‘puxadinho’”: Vereador critica obras “quebra-galho” e pede informações sobre atracadouro.

Na penúltima sessão ordinária da Câmara Municipal de Paranaguá realizada nesta terça-feira (16), o vereador Adalberto Araújo (PSB) tornou a cobrar transparência na gestão do prefeito Edison Kersten (PMDB), desta vez, em relação à construção do atracadouro da balsa para travessia de veículos à Ilha dos Valadares. O parlamentar apresentou requerimento ao plenário questionou valor, prazo de conclusão, empresa contratada e responsável técnico pela obra que até o momento apresenta apenas “um amontoado de pedra brita”.

Segundo Adalberto, informações extraoficiais dão conta de que a obra custaria R$ 1,2 milhão, o que em sua avaliação seria um absurdo. O requerimento foi rejeitado pela maioria dos vereadores, sob argumento de que a obra atual seria apenas provisória. Adalberto lamentou afirmando que esta tem sido a “administração do ‘puxadinho’”, das “obras quebra-galho”, referindo-se à precariedade de muitas obras e serviços na cidade, salientando que no caso do trapiche, a ausência de responsável técnico coloca em risco a própria segurança dos usuários.

O vereador Eduardo Oliveira (PSDB) também defendeu a aprovação do pedido formulado por Adalberto, dizendo que o prefeito sempre falou que sua gestão era transparente, e as informações solicitadas são bastante simples e primam pela transparência.

Fonte: Departamento de Jornalismo da Rádio Terra Nativa

 

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DER intensifica fiscalização de ônibus e vans no Litoral

O Departamento de Estados e Rodagens do Paraná (DER-PR) já intensificou a fiscalização de ônibus e vans nas estradas do Litoral. A inspeção será concentrada nos principais acessos rodoviários do Litoral, como a PR 412 (Guaratuba), PR 410 (Graciosa), PR 508 (Alexandra-Matinhos), PR 407 (Pontal do Paraná) e no acesso às praias de Guaratuba pela estrada de Garuva (SC), em Coroados.

Ao longo da Operação Verão, serão 40 fiscais em terminais rodoviários e nos postos da Polícia Rodoviária Estadual. Os profissionais vão verificar a documentação, os equipamentos obrigatórios e as condições dos veículos.

Os próprios usuários, quando forem contratar uma viagem de turismo, podem verificar se a empresa tem registro no DER-PR. O turista pode ir até o DER ou acessar o site do órgão, onde a consulta é online. O DER-PR também disponibiliza o Serviço de Atendimento ao Cliente, para informações ou denúncias, em relação aos transportes intermunicipais, pelo telefone 0800-410-158.

Fiscalização – Os fiscais vão conferir nas abordagens a documentação do veículo, lista de passageiros, licença, cinto de segurança e equipamentos obrigatórios. Também será verificado se a empresa tem registro, autorização e seguro de viagem, assim como rotas e cumprimento de horários.

As empresas de transporte coletivo intermunicipal são inspecionadas regularmente pelo DER-PR. Outros itens verificados são tempo de uso dos veículos e equipamentos básicos. “Quando houver irregularidades, serão aplicadas multas que variam de R$ 376,40 a R$ 3.764,00. Em casos graves ou de reincidências, as penalidades podem incluir até a apreensão do veículo”, disse o coordenador de Transporte Rodoviário Comercial do DER-PR, Sérgio Bonato Cardozo.

Fonte e foto: DER / Jorge Woll

 

 

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